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	<title>Eutrapelia &#187; Filosofia</title>
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	<description>A virtude da diversão</description>
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		<title>Epicuro, o Sábio</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 00:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eutrapelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Conrad]]></category>
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		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[A editora Conrad publicou em Abril de 2009 a história em quadrinhos em formato de álbum (21×27) entitulada &#8220;Epicuro, O sábio&#8221;, escrita por William Messner-Loebs e desenhada por Sam Kieth. A Conrad já publicou o livro no Brasil em 2007. Wiliam (Bill) Messner-Loebs é um fantástico escritor e também artista, que já trabalhou na série [...]<h3>Share and Enjoy</h3>

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<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">A editora <strong>Conrad</strong> publicou em Abril de 2009 a história em quadrinhos em formato de álbum (21×27) entitulada <em>&#8220;Epicuro, O sábio&#8221;</em>, escrita por <strong>William Messner-Loebs</strong> e desenhada por <strong>Sam Kieth</strong>. A Conrad já publicou o livro no Brasil em 2007.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Wiliam (Bill) Messner-Loebs é um fantástico escritor e também artista, que já trabalhou na série de Johnny Quest de 1986 a 1988, <em>&#8220;Dr. Destino&#8221;</em> (da DC Comics, não o da Marvel), Mulher-Maravilha, Arqueiro Verde, entre outros e tudo com um braço só. Ainda na infância, devido a um caso de câncer, seu braço direito teve de ser amputado, então ele pinta, desenha e escreve sómente com seu braço esquerdo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Sam Kieth foi co-autor do projeto Sandman, junto com o autor inglês <strong>Neil Gaiman</strong>, sendo então o primeiro desenhista da aclamada série que teve 10 anos de carreira. Para quem não sabe ou não se lembra, Sandman até a chegada de Kieth e Gaiman era uma série policial, onde um investigador Wesley Dodds usava uma máscara de gás e combatia o crime atormentando os bandidos na calada da noite, com sua arma de gás. A série estava em decadência, então a DC disse a Gaiman &#8220;tome isso e faça o melhor que puder pra trazer esse título de volta&#8221;. Ele fez, elaborando com MUITA referência toda a concepção do Senhor dos Sonhos e, em outras histórias, Dodds aparece como uma espécie de oráculo que tinha breve contato com Morpheus durante seu sono. Kieth foi então encarregado de dar imagens às idéias alucinógenas de Gaiman.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Sam Kieth e William Messner-Loebs criaram juntos uma um outro clássico de genialidade alucinógena, The Maxx, uma série em quadrinhos primeiramente publicada em 1993, com 35 edições, que depois foi adaptada em animação para a MTV. The Maxx foi publicado por mais de uma editora nos Estados Unidos e no Brasil. Mas podem tentar encontrar em sebo que vale o esforço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_JfVhd1ZkDEk/TTRac4NJj3I/AAAAAAAAFM4/_Id31gJ2_eE/s1600/filosofia+hq+1.JPG" alt="" width="253" height="346" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">A parceria dos dois em &#8220;Epicuro, o sábio&#8221; (Epicure, the sage) conta com a inteligência e o humor que os dois sempre tiverem, principalmente nas ironias, ao apresentar a viagem do filósofo Epicuro, de Samos (341 a.C.- 271 a.C.), pela Grécia, encontrando outros filósofos (sem qualquer compromisso com cronologia de suas existências), onde as piadas são feitas às custas das situações criadas pelos pensadores e os problemas filosóficos nos quais estavam envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"> Por exemplo, o próprio Platão aparece sempre querendo contar suas idéias, mas é sempre desdenhado. Como quando estão os fãs de Sócrates na rodinha para ouvir o mestre falar e Platão está sempre de mão erguida, querendo falar qual é a sua idéia, mas Sócrates nem o nota. Referência clara a como as “formas” eram o tema central das teorias platônicas como possibilidade de perfeição, enquanto que o mundo se apresentava como uma imitação corruptível. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">O tom geral da obra é justamente esse: para cada teoria dos filósofos, uma piada. E se juntarmos eles todos no mesmo lugar e mesmo tempo, temos uma sequência de tiração de sarro ao longo das quatro histórias que integram a edição encadernada da Conrad sem, no entanto, perder o fio da meada na importância que os problemas levantados tinham; mesmo se pareciam confusos a quem estava ali para ouvir. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">É justamente quando os pensadores mais se afoitam para se mostrar coerentes, que surgem as situações mais inusitadas. Kieth e Loebs capturam isso com toda sua experiência da carreira de artistas, criando uma caricatura perspicaz e instigante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Como o próprio professor João Quartim de Moraes, da Unicamp, diz em seu prefácio ao livro, “não espere um tratado de história da filosofia”, pois certamente não é. Mas as sutilezas dos problemas filosóficos estão lá presentes, capturados nos diálogos e no traço caricato de Kieth, que sempre conseguiu capturar a identidade dos personagens. E isso exige que os leitores tenham essa referência mitológica e filosófica de antemão, para aproveitar ao máximo em quais pontos as piadas são feitas. Um dos momentos mais explícitos é quando Epicuro encontra um pequeno loirinho, com uma espada enorme, acompanhando Aristóteles, e com uma fixação tremenda por ir à Macedônia, chamado pela galerinha de “Alê”, você vai sorrir ligando as indicações da situação. Aristóteles, aliás, com frequência se ausenta por conta de ferimentos causados por Alê.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Mas para muitas outras coisas é preciso ter essa referência e isso é muito bom, pois quem ainda não conhece vai encontrar interesse em saber mais e quem já conhece, vai se esbaldar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">A filosofia de Epicuro é mostrada como a mais tolerante e humana, enquanto que os outros se tornam personagens coadjuvantes e muitas vezes alvo de sua ironia, enquanto ele sempre aponta o caminho para a felicidade como sendo a da obtenção dos prazeres, mas não qualquer prazer e sim aqueles que irão lhe satisfazer a longo prazo, como a própria sabedoria. Daí que entra em jogo sua noção de moderação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Mitologia e história se misturam (tanto Alcibiades, dos dialogos platônicos <em>“Fedro”</em> e <em>“O Banquete”</em>, quanto os próprios filósofos se esbarram por ali com Zeus, Deméter e Perséfone) nas quatro histórias que foram originalmente publicadas em anos diferentes: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: 'verdana', 'geneva';">1 – &#8220;Visitando o Hades&#8221; (Visiting Hades) de 1989 pela editora Piranha Press:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Nessa primeira história, Epicuro chega à Atenas ávido por dar início à sua própria escola de filosofia, onde encontra Platão com sua formulação de um “mundo ideal”, que seria a perfeição e verddeira realidade, e o nosso mundo onde nada é real, por isso mesmo imperfeito, a qual Epicuro recebe com ironias de falso interesse. Os dois, logo se juntam à rodinha que assiste a Sócrates, e clamam seu nome a cada frase deste, onde o sábio e convencido mestre não hesita em demonstrar que não as teorias de seus discípulos são insustentáveis, e assim os ajuda a pensar por si próprios. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://i50.tinypic.com/2vv26qb.jpg" alt="" width="639" height="426" /><br />
É então que encontram Aristóteles, aluno de Platão, acompanhado por seu pupilo, Alexandre (Alê, daí por diante). Quando ocorre uma espécie de era glacial repentina, o trio Epicuro, Platão e Alê (sem Aristóteles) são convocados por Péricles, arconte de Atenas (e de quem Alcibíades é herdeiro, como nos é apresentado nos diálogos de Platão <em>“Fedro”</em> e <em>“O Banquete”</em>), para cuidar do assunto, que envolve justamente o problema com a deusa da agricultura Deméter, a mãe terra, que se nega a trazer a primavera novamente até que sua filha, a deusa Perséfone, seja liberta do cativeiro de Hades, que na verdade é seu amante e trazida de volta. Na história de Kieth e Messner-Loebs, Perséfone na verdade não está cativa, mas sim muito à vontade com seu tio Hades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">O trio deve então viajar ao Hades, encontrando com <strong>Cerbero</strong>, o cão de três cabeças, guardião dos portais do inferno e com Caronte, o barqueiro que conduz os mortos até Hades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Como bem apontou o professor Adriano Marangoni em sua resenha sobre “Epicuro: o sábio”, “o episódio do seqüestro de Perséfone por Hades, para os gregos antigos, tinha função de explicar a relação entre o clima e as estações do ano”. Então temos no mito também um discurso coerente e lógico para as explicações do mundo. Cada vez que Perséfone, estivesse no Hades, a deusa Deméter traria o período de inverno, enquanto estivesse com ela, seria o tempo de sol.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Quem dá essa solução é justamente Epicuro com seus companheiros, uma vez que espalhar que a deusa Perséfone estiva lá por vontade própria seria um escândalo, então teria de parecer um acordo de Hades para “liberta-la”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Aliás, como também aponta o professor Marangoni, a discussão a respeito do mito como possibilidade de discurso lógico (e também filosófico) foi bem desenvolvido por Theodor Adorno e Max Horkheimer, na obra &#8220;Dialética do esclarecimento&#8221;, publicada em 1944, mais especificamente o primeiro estudo dessa obra em parceria &#8220;Conceito de esclarecimento&#8221;. Adorno e Horkheimer vão tratar da obra de Homero, &#8220;Odisséia&#8221;, para levantar esses pontos da discussão mito x razão (cabe entender a radicalidade da perspectiva racionalista que ambos enfrentaram, que culminou na sindrome nazista). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: 'verdana', 'geneva';">2 – &#8220;Os muitos amores de Zeus&#8221; (The Many Loves of Zeus) de 1991, pela editora Piranha Press:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Mais uma vez o trio inicial (portanto de novo na ausênia de Aristóteles, provavelmente acidentado por Alê), se vê envolvido nas confusões dos deuses, mais especificamente o próprio Zeus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">A escola de Epicuro vai aos trancos e barrancos, quando uma série de ocorrências estranhas nas quais mulheres se vêm sendo assediadas e seduzidas tanto em sonhos como na realidade, leva-os à descobrir que é Zeus quem está com os hormônios à flor da pele, distribuindo amor às moças, destruindo lares e famílias, além de suscitar a ira de Hera, que trama sua vingança contra as pobres moças que o senhor do Olimpo seduziu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Em situações das mais hilárias, as tentações de Zeus e sua total falta de pudor em deixar seus impulsos magnânimos fluirem livremente, nos levam às crises de riso impagáveis, que incluem na lista das distorções humorísticas duas fábulas de <strong>Esopo</strong>: <em>&#8220;A Raposa e as Uvas&#8221;</em> e <em>&#8220;O Rato e o Leão&#8221;</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://www.gwthomas.org/epicurus%20el%20sabio%202_48.jpg" alt="" width="368" height="512" />Ambas as histórias foram reimpressas em 2003, pelo selo <strong>Cliffhanger</strong>, da <strong>Wildstorm</strong>, junto com as outras duas histórias dessa coletânea: <em>&#8220;Domando o Sol”</em> em preto e branco, que havia sido originalmente publicada na revista <em>Fast Forward nº3</em> (da editora Piranha Press) e uma história nova de 36 páginas, entitulada <em>&#8220;Os filhos de Helena&#8221;</em>, que traz Epicuro, Platão e Alê saindo de Atenas, sendo capturados por piratasindo parar em uma ilha onde os encontros, absurdos e insólitos, por falta de coesão ao longo da história, se tornam como piadas de tirinhas.</span></p>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 21:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eutrapelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Razão]]></category>

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</div><p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Tudo começou com este comentário:</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://img46.imageshack.us/img46/6137/relativocomentrioinicia.png " alt="" width="492" height="107" /></span><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">E não é que encontramos estas pessoas com frequência?</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">São aquelas pessoas que querem misturar tudo com qualquer coisa; as pessoas que dizem que tudo pode, em qualquer circunstância, porque isto é sinal da Liberdade.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Ou seja, que o mundo e o que você faz nele, é pura significação pessoal.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">No caso, o exemplo de um tijolo arremessado neste sujeito seria o que iria comprovar o contrário. A inscrição nele representa o resultado bastante objetivo de ser atingido e sofrer danos por isto.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Mas e quanto a este princípio? O que significa? Por que é importante?</span><br />
<span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://img227.imageshack.us/img227/4005/princpiolgicoontolgico.png" alt="" width="505" height="296" /></span><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Ou seja, diz respeito ao que as coisas são.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Que as coisas (tudo, inclusive você ai, lendo agora), só pode ser ou não ser de cada vez. Não ao mesmo tempo.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Você ai, que ouve seu celular em último volume no trem, ou que fica sentado no chão do vagão ocupando espaço (ou que faça as duas coisas ao mesmo tempo) entendeu isto? Você é algo objetivamente falando. Pode ser apontado e mostrado como “aquele que está ouvindo o celular no último volume, sem ouvir nada direito”.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Você, que acha que ser livre é o mesmo que fazer tudo o que dá na telha? Está preparado para ter esta definição de “Liberdade” chegando de volta em você?</span><br />
<span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Ainda assim, pode ser que não esteja de todo claro. Nem parece dizer coisa alguma sobre o cotidiano que você, que trabalha das 8 às 18 e come sua marmita no almoço, tem.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Mas antes, há uma observação mais importante que não minimiza a importância da lógica.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://img8.imageshack.us/img8/668/princpiolgicoontolgicod.png " alt="" width="401" height="144" /></span><br />
<span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;"><img class="aligncenter" src="http://img98.imageshack.us/img98/668/princpiolgicoontolgicod.png" alt="" width="401" height="501" /></span><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Ou seja, mesmo que você não saiba, toda vez que você quer reconhecer uma coisa, você usa uma definição objetiva do que aquilo é.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Inclusive, quando você quiser definir o porque de as coisas poderem ser “qualquer coisa”, você usa estes princípios de identidade e não-contradição, pois são responsáveis por definir o mundo real.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Isto é o mais impressionante, porque você faz uso destes raciocínios mesmo quando não percebe ou quando quer se livrar dele.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Eu deveria citar os inúmeros casos, principalmente os advindos dos modismos das redes sociais, que inclui uma insistência em relativizar a autoria (aquela mesma, que tem um autor e uma obra) bem como a conversa fiada de que cada pessoa constrói sua realidade, com a qual somos educados. </span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Até a Pedagogia moderna tem esta conversa idiota.</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">No que mudaria sua vida se você não entender?</span></p>
<p><span style="font-family: 'verdana', 'geneva'; font-size: small;">Você continua sob as determinações destes princípios. Quer você queira, quer não.</span></p>
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